Força Municipal da Guarda do Rio soma mais de 1,1 mil prisões em cinco meses de atuação
Divisão de Elite da GM-Rio realizou mais de 12 mil abordagens e recuperou 254 celulares e 227 motocicletas no período
A Divisão de Elite da Guarda Municipal do Rio de Janeiro (GM-Rio) – Força Municipal apresentou, nesta terça-feira (25), o balanço dos primeiros cinco meses de atuação. Segundo os dados divulgados durante reunião do CompStat Rio, foram realizadas mais de 12 mil abordagens e registradas 1.126 prisões e conduções para delegacias.
O trabalho operacional também resultou na recuperação e apreensão de 254 celulares e 227 motocicletas. Entre os materiais apreendidos estão ainda uma pistola, 17 réplicas de armas de fogo e 70 armas brancas. No período, os agentes também cumpriram 27 mandados de prisão.
Os resultados foram apresentados pelo secretário de Segurança Urbana, Brenno Carnevale, que destacou a atuação preventiva da Força Municipal em regiões identificadas a partir da análise dos índices de criminalidade.
Uma das áreas mais recentes a receber o policiamento especializado é Freguesia, em Jacarepaguá, onde as equipes atuam há cerca de dez dias. A região passou a integrar o conjunto de pontos considerados prioritários para o patrulhamento devido à incidência de furtos e roubos.
De acordo com a Secretaria de Segurança Urbana, a estratégia busca retirar de circulação veículos e objetos relacionados a crimes, além de realizar abordagens e encaminhar suspeitos às autoridades responsáveis pela investigação e pelos procedimentos legais.

Atuação chega a 13 áreas do Rio
Atualmente, a Força Municipal mantém equipes em 13 perímetros de atuação distribuídos por diferentes regiões da cidade. O policiamento está presente em áreas como Jardim de Alah, Rodoviária do Rio, Terminal Gentileza, Estação Leopoldina, Avenida Presidente Vargas, Campo de Santana, Central do Brasil, Cinelândia, Campo Grande, São Francisco Xavier, Afonso Pena, Botafogo, Bangu, Méier, Cachambi, Barra da Tijuca, Jacarepaguá e outros pontos estratégicos.
A definição dos locais de atuação leva em consideração os chamados mapas de manchas criminais, construídos a partir de dados estatísticos sobre a ocorrência de furtos e roubos.
Com esse modelo, o efetivo é direcionado para regiões e horários considerados mais críticos, permitindo concentrar as equipes conforme as mudanças na dinâmica criminal de cada área.
O trabalho é baseado no policiamento ostensivo e preventivo, com os agentes atuando para inibir ocorrências antes que aconteçam. A operação também conta com o uso de câmeras corporais, que acompanham a atuação dos agentes durante o serviço.
Segundo a Secretaria de Segurança Urbana, a expansão da Força Municipal para diferentes pontos da cidade busca ampliar a presença preventiva e oferecer uma resposta mais rápida às ocorrências identificadas nas áreas monitoradas.

